Na falta do que fazer, inventei a minha liberdade
   
 
 

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Não poderia eu deixar passar o dia de hoje sem qualquer comentário ao acontecimento mais importante dos últimos tempos: Os ataques de 11 de Setembro de 2001, que completam 5 anos.

Tivemos uma grande reviravolta devida as ações e reações desencadeadas por este fato. Uma certa inversão ou até reafirmação de valores postos em dúvida.

Entre mortos e feridos, continuamos vendo as mesmas cenas que desencadearam os ataques, além dos próprios ataques em proporções e alvos diferentes, navegando num mar escuro e sombrio, incerto sobre as suas dimensões e causas, mas que de uma forma ou outra é fruto de um mesmo lado sombrio existente e inerente à existência humana.



Escrito por Mário Castro às 15h29
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A fala é um mecanismo que desenvolvemos para facilitar a comunicação entre as pessoas. Modo mais eficaz e comum das relações interpessoais.

Mas, o modo como verbalizamos nossos pensamentos pode ser muitas vezes mal interpretado pelo receptor.

Em várias situações da vida, nos deparamos com mal entendidos provocados pela forma erronia com que traduzimos as palavras proferidas. O modo com que entoamos a fala pode dar uma conotação diferente à desejada. Ou seja, a distorção da real intenção do locutor.

Para conseguirmos nos dar bem em todos os nossos relacionamentos, sejam eles familiares, de amizade ou românticos, temos que estabelecer certa sintonia entre nós e cada uma das pessoas com as quais mantemos contato. E quando enganos acontecem, é justamente o diálogo que restabelece as conexões necessárias ao bom entendimento.

É comum, principalmente quando carregamos algum tipo de preconceito ou sentimento negativo, mesmo que momentâneo, pela pessoa em questão, que entendamos sua retórica como ofensiva, por exemplo, quando não a é.

Precisamos aprender a falar, mas, mais do que isto, aprender a ouvir. Tentar entender o contexto e a emoção embutida na dissipação das palavras emitidas. Bem mais que palavras, tornamos oral nossos sentimento e nossa pessoa.

O modo como falamos e interpretamos em um diálogo, mostra muito sobre o nosso eu: como a formação cultural, intelectual, caráter, crenças e muitas outras colunas de nossos alicerces.

Isto se mostra mais profundo nas relações mais complexas, ou seja, nos relacionamentos mais intrínsecos.

Por isto, tentemos fazer o possível – almejando a manutenção ou a construção de um bom relacionamento, seja ele de qual natureza for – para entender, ou ao menos respeitar a opinião do outro, buscando, principalmente o bom convívio.

 



Escrito por Mário Castro às 11h43
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