Na falta do que fazer, inventei a minha liberdade
   
 
 

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O país passou, mais uma vez, pelo crivo da população em mais uma eleição.

No geral, a democracia prevaleceu e com êxito, havendo mudanças importantes e de quebra de monopólios em alguns governos estaduais.

O que deve ter decepicionado muitos foi a reeleição do Presidente Lula, que teve em seu partido e no governo vários responsáveis por escandalos. Um esqueça arquitetado pela cúpula do PT para se perpetuar no poder e conseguir apoios barganhados ou comprados, em que muitas pessoas bem próximas ao Presidente se envolveram. Não podemos dispensar a idéia de que o poder isola as pessoas, mas é impossível a não ciência de nosso chefe de Estado de que pelo menos algo estranho acontecia.

Contudo, Lula conseguiu, magestralmente, se disvincular do peso negativo de seu partido e de seus colegas afastados, se reelegendo com uma margem muito expressiva em relação a seu oponente Geraldo Alckmin. Quer dizer, o povo está apostando nele, inclusive vários que não votavam nele e mudaram de idéia ao longo do período eleitoral. E que dessa vez tenhamos os próximos anos menos turbulentos, sem tanta disputa partidária e de interesses, possibilitando o crescimento do país através da concentração de esforços em torno das reformas e medidas necessárias para dar início a uma nova fase: a da prosperidade.

Muitos da oposição se pronunciaram desta forma, garantindo agir em prol do país e desempenhar um papel opositor coerente e sensato. Que isto não fique restrito apenas a retórica, e sim aconteça na prática.

Agora, cabe a nós ter esperança e acreditar em um futuro próspero e, principalmente, de mudanças. Ou seja, que as reformas tributária, política e outras que se fazem necessárias saiam do papel e possamos, através de um programa de governo inteligente e consciente, potencializar nossas qualidades mas, principalmente, minimizar ou extinguir nossas nossas debilidades. Alem disto, não podemos e nem devemos deixar de cobrar dos políticos eleitos suas promessas e, mais do que tudo, ética e respeito para com a população e o país.



Escrito por Mário Castro às 12h02
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O lado Pessoal da Administração

 

Muitos se intitulam, e teriam que sê-lo de fato, Administradores. Cargo esse que não exige apenas um controle financeiro da máquina empresarial e habilidades para tomada de decisões. Administrar é, sobretudo, trabalhar com o que realmente faz a locomotiva se mover continuamente: o funcionário.

O manejo dos recursos humanos, em qualquer instituição, é peça chave para um maior rendimento e qualidade do produto ou do serviço prestado. Mas, nesse capitalismo voraz de grande concorrência em que vivemos, o lado econômico sempre se sobrepõe. É preferível que os trabalhadores se acabem física e, principalmente, mentalmente, aumentando o absenteísmo (atestados, faltas, atrasos) e diminuindo o rendimento, do que efetivar um planejamento estratégico com diretrizes, objetivos e metas que condigam com a realidade interna e mercadológica em que a empresa está inserida.

Por isto, a humanização do trabalho – no sentido mais amplo da expressão – e das relações profissionais, são quesitos muito importantes para alavancar e motivar todo o processo produtivo, administrativo e de qualquer outra natureza, uma vez que em qualquer área são as pessoas que fazem a diferença.

 



Escrito por Mário Castro às 10h30
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Verdade Inconveniente

 

Chegamos a um momento crucial em relação a nossa posição ambiental: ou enxergamos a real situação do aquecimento global e nos preocupamos, ou continuamos a ignorá-la e arcaremos com as conseqüências num futuro bem próximo.

Este é o alerta que já vem sendo dado pelos cientistas e os governantes do mundo insistem em não aceitar. Mas agora é fato: se não tomarmos providencias dentro dos próximos anos, a humanidade estará condenada à fúria catastrófica da natureza. Já vimos exemplos disto com o Katrina, uma vez que o superaquecimento dos oceanos tornam mais freqüentes e fortes os furacões. Além disto, 70 % da superfície planetária é coberta por água, que acaba absorvendo um terço de todo gás carbônico emitido pela queima de combustíveis fósseis. Isto tem aumentado a acidez dos oceanos, que dificulta a capacidade de os corais formarem esqueletos e tem conseqüências perigosíssimas, já que os corais são a base de toda cadeia alimentar marinha.

O superaquecimento, causado principalmente pela demasiada emissão e concentração de gases como o carbônico e o metano em nossa atmosfera, juntamente com o alto índice de desmatamento, estão fazendo com que a temperatura do nosso planeta aumente constantemente. Isto parece não ter tanta importância, mas o caso é urgente. Esse aumento na temperatura global acarreta o derretimento das geleiras do mundo todo e, com isto, o aumento do nível do mar, que poderá encobrir a área litorânea no futuro. Mais que isto, hoje, a camada de gelo do Pólo Norte ajuda a refrigerar o Planeta, refletindo a maior parte da luz solar sobre o Ártico durante seis meses do ano, como se fosse um grande espelho. Com seu derretimento, que vem aumentando, as áreas cada vez maiores de água retém a maior parte da energia solar.

Entretanto, o acúmulo fora do normal desta energia em nosso planeta, tem indicado aos cientistas alterações na relação entre a Terra e o resto do Universo, de modo que “a energia térmica que deveria ser irradiada de volta pela Terra começa a murchar, derreter e torrar os componentes delicados dos ecossistemas do planeta”, conforme disse Al Gore, vice-presidente americano entre 1993 e 2001 em matéria publicada pela revista Vanity Fair e republicada em matéria especial à revista Época de 16 de outubro.

Nesta edição, a revista Época traz uma série de reportagens muito interessantes e sérias, que devem ser lidas. Esta é uma ação de vários meios de comunicação pela conscientização verde, inclusive mostra o que nós como cidadãos devemos fazer para ajudar o nosso planeta.

Acesse o link: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG75519-5990-439,00.html

 

 

 



Escrito por Mário Castro às 12h27
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Que nossa crianças durmam em Paz

 

Hoje, no caminho de casa ao trabalho, senti uma felicidade tão grande que pensei comigo: “Ah, hoje meu dia será ótimo!”. Mas logo mudei de idéia, vou explicar por quê:

Na avenida Clóvis Oger (av. da Coca-Cola), ultrapassei aquele trenzinho que leva crianças para passear pela cidade, quando elas em coro me disseram: “Bom dia!”. Aquilo foi a melhor coisa que poderia me acontecer pela manhã. Pena que este sentimento tão gostoso durou poucos segundos.

Mais a frente, ao chegar à rotatória do IPA (Instituto Penal Agrícola), vi uma aglomeração de pessoas e logo lembrei: hoje é o dia da soltura dos reeducandos beneficiados pelo indulto do Dia das Crianças. E minha face se fechou novamente.

Isto porque sempre nestas datas comemorativas os presos saem e, “coincidentemente”, a criminalidade aumenta. Muitos são reclusos novamente, ao cometer crimes imediatamente após a saída da carceragem.

É difícil não pensar que esses indultos devam ser extintos.

Claro que penso, também, na amargura das crianças que têm seus pais longe, trancafiados. Mas, não tenho certeza de que seus pais pensaram nelas antes que cometer qualquer coisa que pudesse lhes privar de ver seus filhos, senão não teriam feito.

Por isto, alegro-me pelo Dias das Crianças, e preocupo-me pelos detentos soltos às ruas.

Tomara que aproveitem da forma mais saudável possível essa liberdade temporária, para que todas as crianças da nossa cidade possam aproveitar, também, todas as comemorações e dormir em paz.



Escrito por Mário Castro às 13h43
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O ouro Verde

 

A natureza é uma dádiva, fonte geradora de vida, sem a qual não conseguiríamos viver aqui na Terra.

Mesmo com esta retórica amplamente divulgada, a maioria das pessoas não estão se importando com o assunto.

Em termos econômicos, a riqueza futura de um país será mensurada por seus recursos naturais.

Um projeto, que preserve e planeje a utilização consciente e adequada destes recursos, é extremamente necessário, pois só assim teremos condições de manter, por exemplo, a Amazônia como pertencente ao Brasil. Sim, pois a Amazônia não nos pertence. Lá existem mais pesquisadores e cientistas estrangeiros ao invés de brasileiros, que se utilizam da nossa natureza para descobrir e fabricar novos produtos para, posteriormente, pagarmos royalty para fabricá-los. Além disto, proporcionalmente, mais europeus conhecem a Amazônia do que brasileiros.

Por isto, precisamos desenvolver uma política de uso e elaborar um projeto de preservação e exploração consciente da nossa natureza. Não podemos deixar que a ganância pelo crescimento e enriquecimento acabe com a coisa mais rica que temos.

Zelar pela natureza é zelar pela vida e pelo país. Vamos espalhar a consciência ecológica e fazer da natureza nossa mãe, do verde a nossa cor e da preservação a nossa bandeira.



Escrito por Mário Castro às 16h17
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Na busca da entropia negativa

 

Com base em conceitos científicos, é possível entender por que estamos vivendo esse momento deplorável em relação à administração pública.

Todos os organismos são regidos por uma lei universal da natureza, na qual todas as formas de organização se movem para a desorganização e a morte. Isto é denominado processo entrópico.

Cabe ao administrador cuidar para que o mesmo não aconteça à sua empresa em sua gestão, através da busca pela entropia negativa. Ou seja, inverter o processo entrópico, de modo que saiamos da desorganização à organização.

Se vivemos em um cenário político tão conturbado e cheio de problemas, é porque não temos administradores competentes para evitar que caminhemos à desordem. A ética, a responsabilidade, a coerência; enfim, o comprometimento total com a administração pública, é fruto da competência e resultado da formação do indivíduo, tanto educacional quanto cultural e social.

Precisamos de políticos que sejam, principalmente, bons administradores. Pois o que eles administram não é só deles e sim de muitos; e a empresa em questão não é a Eu S/A, que pode simplesmente fechar as portas e encerrar suas atividades por força da situação. Aqui falamos de cidades, estados; do país.

Por isto, digo que podemos entender o momento que estamos passando, mas nunca aceitá-lo. Dia 29 de outubro é a nossa chance de quebrar os paradigmas que regem a política e com ela a administração pública. Caminhemos para a profissionalização política, pois é esta entropia negativa que nos faz crer no empenho dos gestores dos sistemas, no intuito de evitar a derrocada por meio da ordenação.

 

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Escrito por Mário Castro às 12h35
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E não é que não adiantou!

Mesmo com tanta insistência da mídia em mostrar os políticos envolvidos em escândalos que buscavam a sua eleição ou reeleição, alguns desses corruptos foram reeleitos. Nomes como Paulo Maluf (que foi inclusive preso), Vadão Gomes (mensaleiro) e alguns outros patifes formadores de quadrilhas políticas, foram eleitos. Não sei se por burrice de seus eleitores ou por beneciamento destes por seus candidatos, eles conseguiram. Ponto pra eles e bem feito pra nós.

Agora, espero que, pelo menos, cobremos maior responsabilidade e respeito por parte daqueles que nos representam politicamente. Caso contrario, teremos que ter punho suficiente para tirá-los do poder, pois se nós os elegemos poderemos destitui-los.

 



Escrito por Mário Castro às 15h55
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Este Estado está estranho

 

Estrada estreita estão estreitando

Estrela estrondando estragado estima

Estão estáticos estes estreiando

Estapafúrdio está extinto estigma

 

Estudo estagnado estamos estultos

Estaca está estancando estro

Estrilados estão estéreis estatutos

 

Estradando estamos esta estância

Estiletando esta estou extirpando

Estorvo estampado estilo estiolando

Extravazando estoma esta estafância

 

Está este Estado Estil?

Estado estância Estado estrelado

Estado extremo Estado Brasil



Escrito por Mário Castro às 12h18
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