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Talento em versos
Conheça os ganhadores do 2º Prêmio Norberto Buzzini de Poesia
Dizem que o poeta já nasce com um recorte mental voltado para a palavra, uma certa facilidade para iconizar o mundo das idéias e das letras. Não seria só questão de treino e experiência literários. Dessa forma não é de se estranhar que no 2º Prêmio Norberto Buzzini de Poesia, dois dos três primeiros colocados tenham menos de 25 anos.

 

 

Queria, através deste, agradecer a todos que me ajudaram: seja votando, me incentivando...
Fui premiado com o 3º lugar no 2º Prêmio Norberto Buzzini de Poesia. E graças aos votos de vocês, que complemetaram as notas dos jurados, é que pude ter o reconhecimento gratificante sobre uma coisa que, pra mim, ao mesmo tempo é tão pessoal e tão não-minha.
Mas, mais do que tudo, poder dividir um pouco de sentimento e palavras, um pouco dessa nossa língua tão farta e exuberante, que pode falar das coisas mais simples e singelas com a gradiosidade que cada uma merece, é o que mais me instiga. E, além disso, saber que posso ter vocês como leitores.
Obrigado.

Vejam no link abaixo a matéria publicada pelo Diário da Região, promotor do evento:

 

http://www.diarioweb.com.br/eventos/corpo_noticia.asp?idGrupo=7&idCategoria=42&idNoticia=93930




Escrito por Mário Piccarelli às 09h09
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Re ou Pró-ativo

 

As mudanças são constantes e inevitáveis em nossas vidas. Mudamos e notamos mudanças a cada dia: em algo, em alguém. Mas, as grandes trasnformações, aquelas que envolvem a coletividade ou que mudam o rumo de nossas vidas abruptamente, são por nós temidas. Temos medo do novo, temos medo de ousar; temos medo de que nossas vidas saiam da mesmice cotidiana que nos impomos. Alguns chamam de tradicionalismo, outros de conservadorismo; são vários os nomes utilizados para justificar a nossa inércia frente a um mundo super-competitivo e que temos que acompanhar.

Sabe aquela máxima utilizada sempre: "Brasileiro deixa tudo pra última hora."? Então, o que explica isso é que nos colocamos em posição reativa, ou seja, apenas reagimos às situações que nos são colocadas ou impostas. Deixamos para agir no momento em que não temos outras opções.

O sucesso, hoje, está diretamente relacionado à superação de expectativas. Isto em âmbito geral: tanto no profissional quanto nos relacionamentos e em tudo. Temos que agir proativamente frente aos desafios e, se possível, anteciparmo-nos ao inevitável ou às tendências. Pra que resistir e perder tempo se podemos, através de análise tendencial, nos anteceder e tornar o futuro certo em presente.

O que todos querem de nós é um diferencial. Não apenas que sejamos diferentes, mas que tenhamos algo que nos diferencie positivamente em relação ao todo.

Contudo, mais do que nunca - devido a grande inversão de valores, digamos assim -, a ética, a moral, o comprometimento e a lealdade são quesitos indispensáveis para quem quer ocupar um grande cargo e, mais ainda, ser uma grande pessoa.

 

Frase: "Eu posso mudar. Eu posso viver da minha imaginação ao invés da minha memória. Eu posso me amarrar ao meu potencial ilimitado ao invés de ao meu passado limitado." (Stephen Covey )



Escrito por Mário Piccarelli às 12h25
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ESTE POEMA FOI PREMIADO COM O 3º LUGAR PELO 2º PREMIO NORBERTO BUZZINI

(Di Cavalcanti: Menina com gato e piano)

 

Amor à distância eu mato

 

Esperei e recebi o seu cartão postal.

Pois tal cartão-rascunho chega e não alivia.

Via ali você, talvez, noutro Natal.

Tal na festa que outrora, ou nunca, não havia.

Há via de ida e via de contramão,

Mão contrária ao lápis, mão contra o cartão,

O cartão contra mim e eu contrário a tudo.

Doto-me com um manto molhado de choro.

Roxo está meu rosto e quase que me mato.

Toma o que lhe cabe – o rumo – e se alinha.

Linha e agulha à mão, um olho ao outro olha.

Alho, dente, e cebola até que me protegem:

De gente que promete, voz mansa que soa,

Aço que enverga então padre abençoa.

Soa boa palavra, embora bem mal dita.

Dita mal a regra do jogo que joga.

Gajo, para entender, demoro um pouco, custo.

Tosco, em meus pensamentos, grotesco, concluo:

Amor,

Morra!

 

 



Escrito por Mário Piccarelli às 16h50
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